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“Gravada em apenas 6 semanas, “Phaedra” passou para o léxico da música electrónica como um caso de estado da arte da tecnologia embrionária [da década de 70] com inovação arrojada. O título provém do mito grego de “Phaedra”, que cometeu suicídio depois do seu afilhado ter recusado os seus avanços amorosos” O álbum é dividido em 4 secções, duas atribuídas ao grupo [Tangerine Dream], e uma cada a Froese e Baumann. Juntamente com instrumentos convencionais como a guitarra, o contrabaixo, o orgão e a flauta, cada membro usou um “Synthi VCS 3”. Froese tocou o seu “mellotron”, Franke o grande “Moog” e Baumann o piano eléctrico. A faixa “Phaedra” tem a marca indelével do sequenciador Moog com embelezamento electrónico. Com cerca de 17 minutos, traz-nos sensações de cosmos, de sóis gigantes em excplosão, andamentos de largos oceanos, de terras mitológicas, de correntes e movimentos de placas. Camadas e camadas de sons futurista que empilham até que atinge o seu apogeu num grande vazio”.

Mark J. Prendergast, in “Tangerine Dream: Remembering the Dream” (ambientcentury.co.uk)